Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTE-s): entenda as vantagens!

Conhecimento de Transporte Eletrônico (CTE-s): entenda as vantagens!

Provavelmente você já ouviu falar sobre CT-e e é possível que o tenha confundido com a Nota Fiscal Eletrônica. Ou ainda que tenha pensado que ambos se tratam do mesmo tipo de documento. Por mais que essa linha de raciocínio seja bastante coerente, existem diferenças entre esses dois documentos que todo bom contador precisa conhecer.

O Conhecimento de Transporte Eletrônico, ou CT-e, é um documento digital e, assim como a NF-e, também é emitido e armazenado de forma eletrônica. Seu principal objetivo é documentar a prestação de serviço de transporte ou frete de cargas, independentemente da modalidade (ferroviária, aérea, rodoviária, aquática, etc). 

O que garante sua validade jurídica é a assinatura digital do emitente, assegurando sua autoria e integridade, e a recepção e autorização de uso concedidas pelo Fisco. O CT-e é reconhecido e válido em todo território nacional. 

Pronto para saber mais sobre o funcionamento desse documento e suas principais vantagens? Continue a leitura! 

Quais documentos em papel o CT-e substitui? 

De acordo com a Secretaria da Fazenda, a legislação nacional permite que o CT-e substitua os seguintes documentos fiscais: 

  • Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas, modelo 8;
  • Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas, modelo 9;
  • Conhecimento Aéreo, modelo 10;
  • Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 11;
  • Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas, modelo 27;
  • Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, quando utilizada em transporte de cargas.

Vale lembrar que todos os documentos que não são substituíveis pelo CT-e devem continuar sendo emitidos em conformidade com a legislação em vigor.

Quais suas principais vantagens? 

O Conhecimento de Transporte Eletrônico foi criado para proporcionar benefícios a todos os envolvidos na prestação de serviço, desde as empresas de transportes de cargas ao escritório de contabilidade e o Fisco em si.

Para as empresas transportadoras, as principais vantagens do CT-e são:  

  • Redução dos custos de impressão de documentos fiscais e de aquisição de papel, já que o documento é emitido eletronicamente; 
  • Diminuição dos custos de armazenagem de documentos; 
  • Eliminação dos erros de preenchimento, uma vez que não é permitida a emissão do CT-e com falhas de digitação;
  • Diminuição do tempo que os motoristas gastam parados em postos fiscais;
  • Maior agilidade no processo de fiscalização de cargas. 

Para os escritórios de contabilidade, os benefícios também são significativos: 

  • Maior facilidade e simplificação da escrituração contábil e fiscal;
  • Facilidade na emissão do CT-e por meio da utilização do GED (Gerenciamento Eletrônico de Documentos);
  • Oportunidades de oferecer serviços e consultoria contábil relacionados ao uso do CT-e.

Quais empresas devem emitir Conhecimento de Transporte Eletrônico? 

Ainda segundo a Secretaria da Fazenda, na data do dia 22 de dezembro de 2011, foi publicado o Ajuste SINIEF 08/12, que tornou obrigatória a emissão de CT-e em substituição aos documentos equivalentes impressos em papel.

O Ajuste SINIEF 08/12 estipula na primeira cláusula que ficam obrigados a usar o CT-e os contribuintes do ICMS a partir das seguintes datas:

I – 1 de dezembro de 2012, para os contribuintes do modal:

  • Rodoviário relacionados no Anexo Único;
  • Dutoviário;
  • Aéreo;
  • Ferroviário.

II – 1 de março de 2013, para os contribuintes do modal aquaviário;

III – 1 de agosto de 2013, para os contribuintes do modal rodoviário cadastrados com regime de apuração normal.

IV – 1º de dezembro de 2013, para os contribuintes:

  • Do modal rodoviário, optantes pelo regime do Simples Nacional;
  • Cadastrados como operadores no sistema Multimodal de Cargas;

“Parágrafo único. Ficam mantidas as obrigatoriedades estabelecidas pelas unidades federadas em datas anteriores a 31 de dezembro de 2011”.

Conclusão

Como você viu, conhecer o que é e como o Conhecimento de Transporte Eletrônico funciona é essencial para que você se mantenha atualizado e eleve seu nível de serviços prestados dentro da contabilidade. Agora que você já sabe tudo sobre CT-e, já pode auxiliar seus clientes com o que eles precisarem a respeito do assunto. 

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Como funcionam as novas regras do rotativo do cartão de crédito

Como funcionam as novas regras do rotativo do cartão de crédito

Você sabia que as novas regras do rotativo do cartão de crédito começaram a valer a partir de abril deste ano?

Muitas pessoas ainda não têm conhecimento dessas alterações, não sabem que os clientes têm restrições para acessar o crédito rotativo e efetuar o pagamento mínimo da fatura.

Se você é uma delas, estamos aqui para resolver o seu problema. Portanto, não se preocupe! Neste artigo vamos explicar o que é crédito rotativo, como ele funcionava antes das alterações e quais são as novas regras. Venha conferir!

O que é crédito rotativo?

Quando não tem dinheiro suficiente para quitar a sua fatura do cartão de crédito, o banco permite que você financie a dívida, pagando o valor mínimo dela, que é de 15% do valor do débito. O restante, você pode pagar no próximo mês.

Isso é o que chamamos de crédito rotativo.

Por exemplo, se a sua fatura fechou em R$ 1.000,00 e, por qualquer motivo, não foi possível efetuar o pagamento total, você pode pagar R$ 150,00 este mês e R$ 850,00 no outro.

Mas a conta não é tão simples assim. Quando o banco financia o valor, permitindo que você pague o mínimo da fatura, ele acrescenta a cobrança de juros rotativos, os quais incidirão sobre o débito em aberto.

Esses juros podem fazer com que a sua dívida seja muito maior no mês seguinte devido à junção das compras parceladas e os juros acrescidos.

Como ele funcionava antigamente?

Antigamente, para não ter problemas com a inadimplência, o cliente precisava pagar o valor mínimo da fatura (15%) do seu cartão de crédito. O restante do débito poderia ser pago no mês seguinte, com o acréscimo dos juros rotativos.

Dessa maneira, no mês seguinte o cliente recebia a fatura para pagar a dívida restante. Mas, se ele novamente não conseguisse pagar o débito integral, existia a possibilidade de fazer todo o processo novamente: pagar os 15% e deixar o restante para pagar depois, e assim sucessivamente.

Quais são as novas regras do rotativo do cartão de crédito?

O cliente que não conseguir pagar integralmente a sua fatura do cartão de crédito poderá, ainda, efetuar o pagamento mínimo de 15%.

Entretanto, isso valerá apenas para o primeiro mês de atraso, ou seja, nos próximos ele não poderá mais seguir esse procedimento, pois o crédito rotativo terá um limite de 30 dias.

As novas regras do rotativo do cartão de crédito determinam que os bancos ofereçam uma linha de crédito para o seu cliente, a fim de possibilitar o parcelamento da dívida.

Antigamente, as regras permitiam que você alongasse o seu débito, criando o efeito “bola de neve”. Hoje, o cliente poderá negociar uma taxa de juros e um prazo para quitar a pendência.

É importante frisar que o consumidor ainda pode efetuar o pagamento total da dívida antes do vencimento das parcelas.

Quais são as vantagens para o consumidor?

Com as novas regras do rotativo do cartão de crédito ficou ainda mais fácil pagar a sua dívida. Dentre as principais vantagens estão:

  • ao pagar o valor total da fatura, os juros estabelecidos serão menores que os anteriormente cobrados;
  • será possível conseguir um empréstimo com taxas mais baixas para efetuar o parcelamento da dívida;
  • as novas regras permitem que haja economia na hora de pagar a sua fatura atrasada;
  • diminui os riscos da inadimplência.

As novas regras do rotativo do cartão de crédito foram elaboradas com o objetivo de melhorar a economia do país e facilitar a quitação do débito para os brasileiros, pois o juros cobrados eram extremamente altos, fazendo com que os clientes adquirissem dívidas cada vez mais elevadas, prejudicando a sua saúde financeira.

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Confira 5 dicas para economizar na alimentação

Confira 5 dicas para economizar na alimentação

Seja em compras de supermercado ou em uma ida a um restaurante, o gasto com comida é um dos que mais pesam no orçamento mensal. Embora seja uma despesa que não podemos eliminar por completo, seguindo algumas dicas para economizar na alimentação, é possível reduzir muito o valor dessa conta no fim do mês.

E o que muitas pessoas não sabem é que, sem um planejamento eficiente, o valor gasto pode fugir do controle e chegar a números bastante altos. Isso pode impossibilitar, por exemplo, que você consiga realizar outros desejos como uma viagem de férias e até investir em uma casa própria.

Então, para ajudá-lo a economizar na alimentação, no artigo de hoje, selecionamos 5 dicas imperdíveis. Acompanhe e confira!

1. Aprenda a cozinhar

Nem todo mundo é apaixonado pela ideia de cozinhar, mas fazer sua própria comida pode ajudar, e muito, quem deseja diminuir os gastos com a alimentação. Com o crescimento desse mercado, a internet e a TV tem sido grandes incentivadoras desse hábito.

Comece por processos mais básicos e, após aprender o bê-á-bá da gastronomia, você conseguirá incrementar as suas receitas. É importante lembrar que o começo é difícil, então prepare-se para errar no tempero e tempo de cozimento, mas não desista! Tenha em mente que a prática leva à perfeição.

2. Reaproveite as sobras de comida

Você sabia que é possível reaproveitar todos aqueles alimentos comprados no supermercado e que estão esquecidos na despensa? Isso pode ser feito, inclusive, com as sobras das refeições e, até mesmo, com pedaços de alimentos descartados durante o preparo.

Os talos de legumes e verduras, em vez de serem jogados no lixo, podem se transformar em um caldo de legumes saudável e ser a base para o seu próximo risoto. O mesmo acontece com pedaços e gorduras das carnes que podem servir de base para outros pratos.

Ao assumir o compromisso de cozinhar, é importante usar a criatividade e, acima de tudo, evitar ao máximo o desperdício de comida!

3. Fique de olho nas promoções

É comum irmos sempre ao sacolão ou mercado mais próximo de casa, mas que nem sempre é o mais barato, ou pegar sempre os mesmos cortes de carne e não olhar outras opções mais em conta, não é mesmo?

Contudo, se seu objetivo é enxugar os gastos com alimentação, esses são bons motivos para levá-lo a ficar atento às promoções do dia, em diferentes estabelecimentos.

Pegue os catálogos e panfletos dos supermercados — muitos deles costumam veicular propagandas na TV e nos jornais com as ofertas do dia. Também é bastante comum que os estabelecimentos tenham dias específicos com promoções. Para economizar, vale ficar sempre de olho nas oportunidades!

4. Compare preços

É fato que nem sempre estamos dispostos ou temos tempo para comparar preços. No entanto, quando você assume o compromisso de economizar e equilibrar sua alimentação, verá que esse é um esforço necessário.

Comprar frutas, verduras e legumes em feiras livres, por exemplo, garante, além de alimentos mais frescos e de melhor qualidade, uma boa economia no fim do mês.

5. Evite comer na rua

Não são todas as pessoas que gostam e, até mesmo, sabem cozinhar. Contudo, o que a maioria da população desconhece é que o ato de comer fora com frequência é um grande rival do seu orçamento mensal.

Se você não sabe ou não tem muita prática na cozinha, dê preferência aos alimentos fáceis de preparar. Para aqueles que não gostam ou não têm tempo para se aventurar no fogão, um bom planejamento pode facilitar o seu dia a dia.

Definir um cardápio semanal, por exemplo, vai manter sua dieta e seu bolso equilibrados, além de ajudar você a não perder horas na cozinha. Além de criar uma rotina mais regrada, ao prestarmos atenção nos nossos hábitos alimentares, podemos diminuir drasticamente o valor gasto durante uma visita ao supermercado. Seguindo essas dicas para economizar na alimentação, você verá como é possível comer bem, gastando bem menos!

Então, gostou das nossas dicas? Aproveite e aprenda como cortar mais gastos neste artigo sobre como economizar dinheiro no bar!

6 dicas para melhorar a gestão do escritório de contabilidade

6 dicas para melhorar a gestão do escritório de contabilidade

Já há algum tempo que a contabilidade deixou de ter aspecto apenas operacional e tornou-se uma tarefa estratégica para as organizações. Contar com o auxílio de uma consultoria contábil tem importância fundamental para a sobrevivência de pequenas e médias empresas.

A forte demanda na área, especialmente nesses tempos de crise, tornou imprescindível que os escritórios de contabilidade estejam atentos à melhoria de seus processos de gestão, a fim de estarem aptos a realizar seus serviços de forma eficiente.

Nesse cenário, aqueles que desejam aumentar sua produtividade e conquistar reconhecimento e credibilidade perante o mercado, precisam conhecer e adotar algumas atitudes estratégicas.

Administrar um negócio não é uma tarefa simples, mas, seguindo essas 6 dicas, você aprenderá a melhorar a gestão do escritório de contabilidade.

1. Definir corretamente os honorários contábeis

Muitos escritórios têm dificuldades em precificar seus serviços, mas a boa gestão dos honorários contábeis é fundamental para os resultados da empresa. É preciso que haja um equilíbrio para manter o escritório competitivo perante o mercado sem perder seu potencial de ser lucrativo. 

Para melhor administrar essa questão, o ideal é conhecer bem seus custos e a produtividade de sua equipe de trabalho, além de analisar cuidadosamente os projetos para precificá-los de acordo com o tempo que demandam e com a complexidade do serviço.

Seu tempo é muito importante, portanto valorize-o, cobrando um valor adequado pelo seu trabalho. Não use o preço como seu único diferencial: invista na qualidade do serviço oferecido. Seu cliente certamente vai reconhecê-lo por isso.

2. Ter total conhecimento dos contratos

Os contratos são verdadeiros guias para o contador, por isso é fundamental observar, com muita atenção, todas as suas cláusulas, atentando-se às solicitações de serviços e aos prazos de entrega. 

Dessa forma, você vai se ater a realizar exatamente o que o contrato prevê, sem perder tempo fazendo mais do que é necessário, mas garantindo que o cliente fique satisfeito com o cumprimento daquilo que foi acordado.

O contrato também servirá para uniformizar as informações que todos os funcionários terão a respeito do cliente e da execução do serviço.

3. Definir processos de forma clara

A definição e o controle de processos são fundamentais para a boa gestão de qualquer negócio. Para o escritório de contabilidade não é diferente: processos claros e eficientes tornam o serviço mais uniforme e aumentam a percepção de sua qualidade.

Uma importante ferramenta de gestão  que pode ajudar nesse sentido  é o ciclo PDCA, que é composto por 4 etapas:

  • plan (planejar): o planejamento é fundamental para o bom desenvolvimento de qualquer atividade. Por meio de reuniões periódicas, é possível fazer um alinhamento de ideias e objetivos, de modo a criar um plano de ação;
  • do (fazer): é a fase de implementar o planejamento, executando as etapas antes definidas, atentando-se para a otimização de recursos;
  • check (verificar): é o momento de checar se os objetivos traçados foram alcançados, comparando o que foi planejado com o que foi, de fato, realizado;
  • action (agir): essa etapa consiste em fazer as correções necessárias e, se for preciso, traçar novos planos. A partir disso, o ciclo reinicia, criando um processo de busca por melhoria contínua.

4. Criar metas e estratégias de avaliação 

Todo profissional precisa saber para onde está indo e onde pretende chegar. A partir do estabelecimento de seus objetivos, é possível determinar algumas metas, ou seja, maneiras de quantificar esses objetivos em frações menores, determinando um período de tempo para conclusão.

Nesse sentido, há uma ferramenta importante que pode ser adotada na gestão do escritório de contabilidade: as metas SMART. Ela indica que suas metas devem ser: específicas, mensuráveis, alcançáveis, relevantes e temporais.​

Para isso, estabeleça metas possíveis, com periodicidade mensal, semestral ou anual, e divulgue-as de forma clara para a sua equipe. Incentivos, como premiações e bonificações, podem ajudar a motivar os colaboradores a trabalhar com mais afinco para alcançá-las.

Mas de nada adianta criar metas se você não fizer um acompanhamento de seu cumprimento. Por isso, é fundamental criar mecanismos de avaliação que possam medir os resultados e detectar a eficiência da condução do trabalho. Havendo resultados negativos, será possível determinar os ajustes necessários.

5. Melhorar a comunicação

A comunicação tem importância fundamental nos resultados de uma empresa, pois sua ineficiência pode ser motivo de grandes falhas e desentendimentos.

Manter uma boa comunicação interna — com colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros — garante o alinhamento das informações e a melhoria do relacionamento interpessoal entre todos os envolvidos.

Além disso, ela também possibilita o engajamento dos funcionários com os objetivos e com o discurso da organização, sem falar na melhoria para o clima organizacional e a produtividade da equipe.

Por isso, incentive sempre a comunicação clara e acessível, com processos mais simples, que eliminem possíveis barreiras e permitam um diálogo transparente em todas as situações.

6. Investir em tecnologia

Na rotina de um escritório de contabilidade, é comum que se perca muito tempo com processos manuais e com a alta demanda de documentação dos clientes. Tarefas essas que, quando automatizadas, otimizam todos os processos e o uso do tempo.

A tecnologia se tornou excelente aliada das empresas, e adotar um sistema de gestão proporciona inúmeras vantagens. O uso de um software personalizado contribui de forma positiva no dia a dia de um escritório e, entre outros benefícios:

  • facilita o lançamento de dados;
  • sincroniza as informações;
  • proporciona maior controle financeiro;
  • melhora a qualidade do serviço prestado;
  • otimiza o fluxo de trabalho;
  • diminui o trânsito de documentos físicos no escritório.

O profissional que deseja se destacar na área contábil precisa estar preparado para atuar de maneira estratégica, utilizando a tecnologia a favor da otimização dos processos de trabalho.

Como você pode ver, a adoção de práticas para a gestão do escritório de contabilidade é fundamental para mantê-lo competitivo e capaz de ofertar serviços de qualidade para seus clientes. Somente dessa forma será possível adquirir as condições necessárias para crescer e alcançar mais espaço no mercado. 

Gostou dessas dicas e pretende aplicá-las para melhorar as práticas de gestão no seu trabalho? Aproveite para complementar ainda mais seus conhecimentos lendo nosso post sobre 6 vantagens de usar um software personalizado.

O que é e como investir no Tesouro Direto?

O que é e como investir no Tesouro Direto?

Para entender como investir no Tesouro Direto, é preciso saber, primeiramente, que trata-se de uma parceria estabelecida entre a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia) e o Tesouro Nacional, para a compra e a venda de títulos públicos para pessoas físicas.

Os títulos públicos podem ser entendidos como um instrumento que o governo utiliza para se financiar. Ao mesmo tempo, do ponto de vista do investidor, a sua compra se assemelha a um empréstimo feito ao governo.

Neste artigo, oferecemos excelentes dicas para você investir com sucesso e apresentamos os principais tipos de títulos oferecidos. Boa leitura!

Dicas para investir no Tesouro Direto

Ao investir, é preciso ter cuidados relativos a uma série de fatores, afinal de contas, é o seu futuro que está em jogo. Confira, a seguir, 4 dicas para fazer boas escolhas.

1. Venda no momento certo

Quando os títulos são comprados (em particular o LTN e o NTN), eles ficam sujeitos à dinâmica de variações do cenário econômico. Isso faz com que seja indispensável acompanhar suas entradas e saídas.

Uma vez que a lei de oferta e procura se aplica em larga escala nesse contexto, o ideal é monitorar o desempenho da economia para aproveitar as oportunidades de vender com ganhos.

2. Programe seus investimentos

No tesouro nacional, é possível programar suas futuras operações, portanto, use isso a seu favor. Agende suas operações diretamente na plataforma disponibilizada pelo tesouro. Desse modo, ficará mais fácil acompanhar a rentabilidade de cada ação de compra e venda.

3. Pesquise as taxas de custódia

Ao investir, você não deve, em hipótese alguma, descuidar das taxas envolvidas em cada operação. Uma das mais relevantes é a taxa de custódia.

É altamente recomendável pesquisar, no próprio site disponibilizado pelo tesouro nacional, a classificação de instituições financeiras por taxa de custódia e, assim, optar pela alternativa que ofereça menores custos.

4. Calcule a rentabilidade futura

Os investidores de sucesso sabem aproveitar todas as ferramentas disponíveis. No site do Tesouro, por exemplo, você pode encontrar uma calculadora muito útil para conhecer a rentabilidade de um título levado até a data de seu vencimento.

Utilize-a, também, para conhecer os valores, caso opte por efetivar, antecipadamente, uma venda. Assim, você será capaz de considerar qual opção será melhor de acordo com as suas necessidades e o seu planejamento.

Taxas cobradas

Nas compras de títulos, incidem-se algumas taxas de operações acerca dos serviços que são prestados. Além da mencionada taxa de custódia, há a taxa de administração (bem como os já conhecidos impostos IR e IOF):

  • taxa de custódia (0,03% ao ano): refere-se à movimentação de saldos e aos serviços de manutenção de informações e dos próprios títulos. O valor correspondente é descontado uma vez a cada semestre ou no caso de venda, vencimento ou pagamento de juros;
  • taxa de administração (de 0 a 2%): o valor dessa taxa não é fixo, pois depende da corretora que você escolher. Existem, até mesmo, algumas que não a cobram, a fim de atrair o investidor. Seu valor é descontado no momento da compra.

O cálculo das quantias devidas em relação às taxas de custódia e administração é definido de acordo com o valor de mercado de cada título em particular. Para realizar essa estimativa, não há um método único, sendo possível encontrar, no mercado, diferentes formas de realizá-la.

Contudo, como se tratam de valores relativamente baixos, essas taxas, em geral, têm pouca influência nas decisões da maioria dos investidores.

A seguir, analisaremos alguns dos principais títulos oferecidos.

Tesouro Selic

Anteriormente conhecido como Letra Financeira do Tesouro (LFT), o Tesouro Selic é um título que apresenta rentabilidade diretamente relacionada às flutuações da Selic (taxa de juros básica da economia), sendo, portanto, pós-fixado.

A remuneração desse título acompanha as alterações diárias da taxa Selic. Quando o preço está com ágio, o retorno do título fica menor do que o estipulado na emissão. Nesse caso, você terá uma remuneração menor do que a Selic. Contrariamente, quando em deságio, você receberá uma quantia maior.

Desse modo, é crucial acompanhar as variações dos movimentos de oferta e procura por títulos.

O Tesouro Selic é, geralmente, indicado para investidores mais conservadores, uma vez que apresenta baixo risco: ainda que a taxa Selic esteja em queda, não há retornos negativos consideráveis, como ocorre em outras modalidades de investimento.

De fato, é um dos investimentos mais simples. Ao vender esse título, você receberá de volta a quantia que investiu mais os juros do dia em questão. Outro fator de simplificação se dá por serem títulos “zero cupom”, ou seja, não há pagamentos intermediários entre as datas de compra e vencimento dos mesmos.

Tesouro IPCA

O Tesouro IPCA, também pós-fixado, vincula-se ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que, por sua vez, funciona como um norte para a configuração de políticas relativas à inflação e demais medidas econômicas tomadas pelo governo federal.

Uma de suas características mais atraentes é a possibilidade de obter ganhos reais, já descontados da inflação. Como o IPCA assegura a continuidade do poder aquisitivo, sua própria taxa de juros determina a rentabilidade do título.

Como os demais modelos, também no Tesouro IPCA incide o ágio ou o deságio, vinculados à oferta e procura por seus títulos.

Tesouro Prefixado

O Tesouro Prefixado, anteriormente conhecido pela sigla LTN (Letra do Tesouro Nacional), permite que o investidor saiba, de antemão, todas as quantias dos recebimentos no momento da emissão.

Ou seja, aqui, não ocorre nenhuma atualização no valor nominal. Portanto, se escolher investir no Tesouro Prefixado, você contará com a segurança de estar ciente, desde o primeiro momento, de sua rentabilidade.

Esse título apresenta, também, um modelo com cupons semestrais. Se optar por ele, você deve ficar atento aos juros estabelecidos pelo Tesouro na data da emissão, pois esses títulos devem pagar 10% ao ano, o que equivale a cerca de 4,88% a cada semestre.

Dada as limitações do presente artigo, nem de perto esgotamos nosso assunto. Todavia, esperamos que as informações elencadas possam ser de alguma utilidade para guiar seus investimentos e ajudá-lo a fazer seu dinheiro trabalhar para você.

Sejam quais forem as opções que você escolher, acredite: não há, no mercado financeiro, opções tão seguras e rentáveis como investir no Tesouro Direto.

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Como escolher melhor aplicativo de controle financeiro?

Como escolher melhor aplicativo de controle financeiro?

Contar com o melhor aplicativo de controle financeiro ajudará você a entender e assumir, de uma vez por todas, as suas finanças. Esses serviços são projetados para facilitar a análise e melhoria da sua saúde financeira. Entretanto, nem todos servem ao mesmo propósito.

Controle financeiro, nesse contexto, pode abranger tarefas, como orçamentação, gerenciamento de despesas, redução de custos, operações bancárias, investimentos, pagamento de contas ou impostos etc. Então, o que um aplicativo de controle financeiro faz? Alguns serviços se concentram em uma dessas áreas e outros servem como hubs para muitos ou todos os aspectos financeiros.

Pensando nisso, ao longo deste artigo, oferecemos excelentes dicas para garantir que você faça uma escolha adequada e capaz de atender às suas necessidades. Boa leitura!

De olho em suas necessidades

O aplicativo é uma maneira eficaz de “aferir sua temperatura financeira”, registrar suas atividades e atingir objetivos com menos esforço.

Além disso, pode ajudá-lo a identificar e rastrear categorias de gastos, como necessidades e desejos, despesas fixas e variáveis, para que você possa ver claramente onde seu dinheiro está indo e quanto está sendo gasto.

Um bom aplicativo ensina sobre o seu relacionamento com o dinheiro, funcionando, também, como uma experiência de aprendizagem.

O sistema deve oferecer orientações e, em alguns casos, completar tarefas em seu nome, como pagar contas, escolher fundos negociados em bolsa para investir ou transferir dinheiro para uma conta poupança.

Você, provavelmente, encontrará uma maneira de usar o aplicativo de controle financeiro para fazer progressos em seu planejamento, independentemente de sua saúde financeira atual.

Poderá descobrir se está gastando demais com aplicativos de transporte urbano individual e que deve reduzir as viagens ou confirmar que está contribuindo regularmente para o seu fundo de aposentadoria e apenas precisa acompanhar seu progresso.

Sejam quais forem suas motivações e especificidades, gerenciar suas finanças através de uma plataforma digital pode economizar tempo, especialmente se a solução escolhida contar com elementos automatizados.

Alguns serviços importam suas informações financeiras e oferecem atualizações em tempo real, o que significa menos manutenção do usuário em comparação com métodos manuais, como caneta e papel, folha de cálculo ou visita bancária.

Seu banco pode ter seu próprio aplicativo com recursos semelhantes, mas o uso de um aplicativo, condizente com as suas características, trará mais vantagens, principalmente se você optar por um fácil de usar e que permita a gestão de várias contas em uma carteira.

Tipos de aplicativos de controle financeiro

Como mencionado, há uma grande variedade de aplicativos de controle financeiro. A seguir, vamos nos concentrar nos tipos que cobrem a maioria das necessidades.

Orçamentação

Um aplicativo de orçamentação é aquele que ajuda a rastrear e categorizar seus gastos. Existem soluções que sincronizam suas contas em instituições financeiras e categorizam automaticamente seus gastos, além de simplificar ao usuário o estabelecimento de limites.

Poupança

Quer criar um fundo para emergências ou guardar para adquirir um carro novo? O aplicativo pode facilitar a reserva de dinheiro a cada mês. Alguns serviços transferem quantias automaticamente para sua conta poupança ou uma conta especial, a fim de ajudá-lo a economizar.

Há soluções que permitem arredondar suas compras e transferir o restante para uma conta separada ou reservar parte do seu dinheiro com base nos critérios que você definir.

Investimento

Investir coloca seu dinheiro em ação para atingir metas de longo prazo. Existem aplicativos que orientam investidores inexperientes na construção de um portfólio. Outros, mais abrangentes, servem tanto a iniciantes quanto a investidores avançados.

Impostos

Se você está procurando uma maneira eficiente de preparar e arquivar seus impostos, considere optar por aplicativos especialmente desenvolvidos para esse fim. Eles são capazes de simplificar essas tarefas, potencialmente confusas. Há alternativas tão fáceis de usar que já vêm configuradas em um formato de perguntas e respostas.

Elementos a serem considerados ao escolher o melhor aplicativo

Encontrar o melhor aplicativo de controle financeiro depende se você conhece, satisfatoriamente, suas próprias necessidades e preferências. Pense nos seus objetivos, sobre o que precisa que o sistema faça e quão sofisticado você gostaria que ele fosse.

Caso queira, por exemplo, acompanhar suas despesas e receitas, um aplicativo de orçamentação, que sincroniza suas contas bancárias e o cartão de crédito, pode agir de forma rápida e indolor. Confira, a seguir, outros elementos a serem considerados:

  • compatibilidade do dispositivo: certifique-se de que o software irá operar satisfatoriamente em seu computador ou dispositivo móvel;

  • quantidade de contas: alguns aplicativos limitam o número de contas que você pode adicionar ou restringem o uso a apenas um tipo. Portanto, se você usa cheques, cartões de créditos e contas de investimentos, procure um serviço que possa lidar com todas elas;

  • suporte e assistência: se você precisar de ajuda ao utilizar seu aplicativo ou ao tomar uma decisão financeira, um guia de usuário ou uma página de FAQ padrão será suficiente? Caso contrário, talvez necessite de um serviço com suporte adicional, digamos, um que lhe permita falar com um atendente sobre seus impostos ou um advisor que o auxilie a gerenciar investimentos;

  • relatórios: resumos e componentes visuais, como gráficos estilizados e tabelas, geralmente, dividem suas despesas por categoria ou quantidade, possibilitando rever ações e status financeiro sempre que julgar necessário;

  • pontuação de crédito: o acesso livre à sua pontuação de crédito é uma clara vantagem em qualquer aplicativo, pois você pode entender melhor como seu comportamento financeiro afeta seu acesso ao crédito;

  • segurança: a maioria dos principais aplicativos apresenta as mesmas medidas de segurança que bancos e instituições financeiras. Ainda assim, seja cauteloso e faça sua pesquisa antes de enviar informações pessoais.

Teste alguns serviços gratuitos ou aproveite os períodos de avaliação gratuita para ver o que funciona para você. O melhor aplicativo de controle financeiro deve, idealmente, poupar tempo e ser de fácil utilização. Se encontrar algum que, apesar de outras qualidades, mostre-se muito complicado ou demorado, procure outra alternativa.

E aí, gostou do nosso artigo? Então, não perca a oportunidade de otimizar ainda mais o seu controle financeiro: entre em contato conosco e conheça as melhores soluções personalizáveis, totalmente desenvolvidas de acordo com as suas necessidades e especificações!