Dúvidas sobre como cancelar uma nota fiscal eletrônica? Tire aqui!

Dúvidas sobre como cancelar uma nota fiscal eletrônica? Tire aqui!

As notas fiscais eletrônicas (NF-e) estão no mercado há pouco tempo, mas já fazem uma grande diferença na vida de quem trabalha com comércio e prestação de serviços, dando agilidade, eficiência e segurança na comprovação de transações.

Como somos todos humanos, errar é sempre uma possibilidade, mesmo quando se trata do preenchimento de um documento, como é o caso. Muitas pessoas ainda não sabem como cancelar uma nota fiscal eletrônica e passam apertado quando percebem um equívoco depois do envio.

Se você é uma dessas pessoas, não se preocupe! Nós temos todas as informações que você precisa bem aqui. Confira!

Quando preciso cancelar uma NF-e?

Sempre que houver erros nos dados que constam na nota, é preciso que isso seja notificado, mas não são todos os casos que requerem cancelamento. Se o valor do imposto estiver menor do que o correto, por exemplo, basta emitir uma nota complementar.

Quando a errata não modificar dados essenciais (datas, valores, identificação ou endereço do destinatário), ela poderá ser feita por meio de uma carta de correção eletrônica (CC-e) no prazo de até 30 dias, e podem ser feitas até 20 sucessivas para uma mesma nota (sendo a última a que terá valor oficial).

Nas demais situações, o cancelamento é obrigatório. 

Até quando posso cancelar?

Segundo a lei brasileira, uma NF-e só pode ser cancelada dentro do prazo máximo de 24 horas corridas de seu envio. O prazo pode ser menor de acordo com o estado em que a nota foi emitida. Procure saber da legislação estadual vigente.

Mesmo dentro desse tempo, o cancelamento não será mais possível se:

  • já houver manifestação de Ciência de Emissão pelo cliente;
  • o produto ainda estiver em circulação.

Se esse for o caso, veja mais abaixo como proceder.

Como cancelar uma nota fiscal eletrônica?

  1. Dentro do software que você utiliza para emitir NF-es, procure pela opção “cancelar nota fiscal”, ou algo que o valha — pequenas variações podem ocorrer, mas todos os programas possuem um ícone com essa função. Clique e confirme o cancelamento.
  2. Aguarde a resposta da Receita Federal, indicando que o caso foi analisado e a nota cancelada.
  3. Faça uma nova nota (com novo número) para substituir a nota cancelada.

 O que fazer se não puder mais cancelar?

A forma de agir depende do motivo que impossibilita o cancelamento.

Se o problema foi o tempo, é possível fazer uma denúncia espontânea por perda de prazo de cancelamento em uma agência da Receita Federal. Aceita a denúncia, o cancelamento volta a estar disponível eletronicamente.

O ideal é evitar que isso aconteça, já que essa operação é seguida de multa de 1,5% (também pode variar de acordo com o estado) sobre o valor da nota.

A lei estadual pode vetar o cancelamento tardio da nota ou podem ocorrer os impedimentos já citados acima. Nesses casos, o cancelamento em si não será possível. É preciso que o cliente faça uma nota de devolução ou que o prestador de serviço faça uma nota de estorno, indicando que a mercadoria voltou ao estoque.

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6 dicas imperdíveis para gastar menos dinheiro no bar

6 dicas imperdíveis para gastar menos dinheiro no bar

Aproveitar a noite no bar pode ser uma ótima opção para se divertir com os amigos ou, quem sabe, encontrar uma pessoa especial. No entanto, se você não ficar atento, os custos envolvidos nesses momentos (tão merecidos) de relaxamento podem surpreendê-lo no fim do mês. Portanto, é imprescindível saber como gastar menos.

Neste artigo, apresentamos 6 excelentes dicas para você continuar saindo e, ainda assim, economizar. Boa leitura!

1. Evite drinks muito elaborados

Considere sempre que, com o passar do tempo, o custo das bebidas em bares e restaurantes aumenta significativamente. Além disso, quanto mais elaborada for sua bebida, mais cara ela será.

Pedir bebidas refinadas em uma noite movimentada nunca é uma boa ideia. Quando o barman está ocupado, não tem tempo (ou paciência) para servi-lo adequadamente. Isso significa que a sua bebida cara não será tão boa e pode até conter menos álcool.

2. Prefira cervejas nacionais

Se você é do time que curte uma cervejinha gelada, sabe que as nacionais são mais baratas do que as importadas e as artesanais. Portanto, se quiser fazer seu dinheiro durar a noite toda, prefira uma opção mais acessível.

Se, mesmo assim, você não for capaz de abrir mão das cervejas mais caras, tente, ao menos no fim da noite, migrar para as de menor valor. Afinal, depois de já ter ingerido “algumas” e sentir os efeitos, provavelmente não as apreciará com a mesma intensidade.

3. Pague com dinheiro

As pessoas que pagam com cartão de crédito tendem a se descuidar e rapidamente perder o foco em acompanhar de perto o quanto está sendo gasto.

É recomendável usar dinheiro no bar, pois, assim, você conta com um lembrete físico. Ou seja, as próprias cédulas o lembrarão de que precisa controlar seus gastos durante a noite. Você pode até mesmo definir um orçamento de antemão e levar apenas uma quantia limitada de dinheiro para ajudá-lo a gastar menos.

4. Ingira água entre uma bebida e outra

Uma boa forma de economizar, além de garantir que você não fique rapidamente embriagado, é beber água gelada entre as bebidas alcoólicas. Elas podem ser muito desidratantes, o que é uma das principais causas da ressaca na manhã seguinte.

Assim, além de ajudá-lo a gastar menos, ingerir água entre as bebidas é fundamental para que você não se sinta tão mal no dia seguinte.

5. Encontre um bar divertido

Procure um bar que ofereça mais do que apenas comidas e bebidas. Ao escolher um estabelecimento que disponibiliza, por exemplo, danças ou jogos, você pode aproveitar outras atividades, em vez de simplesmente dedicar toda a noite a beber e gastar dinheiro.

6. Aposte no “esquenta”

Beber com os amigos antes de chegar ao bar é outra ótima forma de gastar menos. Beber em casa é sempre mais barato. Apenas tome cuidado para não sair “daquele jeito” e perder a noite de diversão com a sua turma.

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7 dicas práticas para economizar dinheiro no dia a dia

7 dicas práticas para economizar dinheiro no dia a dia

Muitas pessoas acreditam que economizar dinheiro é uma tarefa difícil. Afinal, existem contas a serem pagas, compromissos a serem cumpridos, um pouco de lazer… Assim, não é raro ouvir reclamações de que sobra muito mês no fim do salário, não é mesmo?

Então, isso também acontece com você? Pois, no artigo de hoje, viemos mostrar que, com algumas mudanças, um pouco de organização e disciplina é possível reverter essa situação e finalmente começar a poupar — ainda que, no começo, a economia seja pequena.

Quer saber como proceder? Então, confira as nossas dicas!

1. Crie e controle um orçamento financeiro

O primeiro passo para conseguir economizar dinheiro é criar um controle financeiro para o seu orçamento mensal.

Uma planilha contendo todos os gastos e receitas já é suficiente — ou, se você é mais tradicional ou não sabe lidar com esse recurso, pode fazer anotações em um caderno mesmo. Já para os que querem mais praticidade, é possível encontrar aplicativos para smartphone que cumprem bem a função.

Independentemente do método adotado, o importante é relacionar todos os seus custos durante o mês (até mesmo aquele lanche na padaria da esquina). O objetivo é começar a saber de que forma você gasta seu dinheiro, e qual é o seu perfil de consumo. A partir daí, fica mais fácil tomar decisões e promover mudanças.

2. Planeje suas compras

É aqui que começam as mudanças práticas nos seus hábitos. Antes de fazer qualquer aquisição, é preciso avaliar o valor total, a quantidade de parcelas (se for o caso), se existe risco de os compromissos se sobreporem e o gasto ser maior que a receita, entre outras questões.

Assim, evita-se atitudes impulsivas, ou pagar mais caro por um produto que pode ser pesquisado e negociado. Inclusive, o planejamento também vale para as compra de supermercado.

A recomendação aqui é fazer uma lista de tudo que precisa ser comprado, e comer antes de sair de casa — caso contrário, a tendência é adquirir mais do que o necessário e focar em itens mais calóricos.

3. Evite usar o cartão de crédito

O problema de usar cartão de crédito para as compras surge em decorrência da ilusão de poder de compra que esse recurso passa.

Muita gente comenta sobre a sensação de que “é só chegar e comprar”, e é aí que mora o perigo: falta de controle sobre as compras, gerando diversas parcelas que podem chegar a um montante alto.

Sendo assim, o ideal é fazer as aquisições à vista sempre que possível, e deixar os cartões para situações de emergência ou para produtos de alto valor, aproveitando o parcelamento. E vale lembrar que, quando sentimos os gastos no bolso, as chances de fazer compras por impulso ou supérfluas são bem menores.

4. Negocie descontos

Além dessas vantagens de comprar à vista, ainda vale ressaltar a possibilidade de barganhar bons descontos.

Essa estratégia, aliada ao planejamento das compras, permite que você pesquise os melhores preços e consiga negociar um abatimento no valor final, o que ajuda a economizar dinheiro e garantir um bom montante no final do ano.

Também vale a pena considerar os clubes VIPs e os sistemas de pontos, acompanhar promoções, entre outras opções que podem te ajudar a diminuir o valor de uma compra. Só se lembre de evitar comprar por impulso, o que pode ser evitado com duas perguntas básicas:

  • Eu preciso mesmo comprar isso agora?
  • Eu posso pagar por isso, ou o valor vai comprometer minhas economias?

Ao fazer essa breve reflexão, certamente você conseguirá diferenciar o que é, de fato, necessário do que é apenas empolgação. E isso já é um grande passo para começar a economizar.

5. Corte os gastos supérfluos

Por falar em gastos supérfluos, eles podem ser grandes vilões para seu objetivo de economizar dinheiro. Então, para identificá-los melhor, você pode analisar a sua planilha de orçamento mensal e fazer a revisão de cada valor.

Nesse sentido, pergunte-se:

  • O plano de telefonia (móvel e fixa) está de acordo com o meu consumo mensal, ou posso pegar outro com um valor inferior, que realmente atenda às minhas necessidades?
  • O pacote de TV a cabo é bem aproveitado ou existe um plano barato que ainda contempla os canais mais assistidos?
  • Existe a possibilidade de reduzir as refeições que são feitas fora de casa?

Note que não falamos sobre cortar completamente os gastos com questões que talvez você considere necessárias, mas sim de gastar o dinheiro apenas com algo que você realmente está utilizando — em vez de perder economias pagando mais caro por algo que pode ser evitado.

6. Crie metas para economizar dinheiro

Outra dica que pode ser fundamental para alcançar o seu objetivo é elaborar metas bem definidas de economia. Você pode, por exemplo, determinar que deseja guardar R$ 1.200 de janeiro a dezembro e, portanto, sabe que terá que economizar R$ 100 por mês para chegar a esse montante.

Nesse sentido, ter um propósito te ajuda a visualizar as ações que precisam ser tomadas e facilitar a decisão.

Para ajudar, você pode criar metas — sejam elas fictícias, reais (como fazer uma viagem ou trocar de carro), ou apenas ter a finalidade de criar uma reserva de emergência, para evitar apertos na hora de um imprevisto, por exemplo.

7. Tenha disciplina

Por fim, outro item que é indispensável para gerar economias é a disciplina. Afinal, não adianta criar controles e planejar a mudança de hábitos se nada disso for colocado em prática.

Comece a aplicar seus planos no dia a dia, mesmo que seja um passo de cada vez. Se não for possível economizar grandes quantias, comece poupando valores menores, e vá aumentando assim que for se adaptando à nova rotina. Lembre-se: mais importante que o valor é manter o hábito!

Bom, como podemos ver, é possível economizar dinheiro adotando pequenas medidas no cotidiano, sem que seja necessário fazer grandes sacrifícios. Os pontos principais estão na consciência de que é preciso mudar alguns hábitos e no cumprimento de tudo que foi planejado.

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6 vantagens de usar um software personalizado

6 vantagens de usar um software personalizado

Algo bem estabelecido no mundo empresarial é o fato de que nenhuma organização pode prescindir de bons sistemas para ajudar no gerenciamento de seus diferentes setores e na manutenção de um fluxo saudável de processos. É nesse contexto que a opção por um software personalizado vem ganhando força em muitas empresas de sucesso.

Trata-se de algo a ser considerado com a devida seriedade, dada a sua capacidade de economizar importantes recursos, além de ser uma solução ergonômica para uma série de problemas.

Pensando nisso, ao longo deste artigo, apresentamos 6 excelentes vantagens da utilização de um software personalizado em sua empresa. Boa leitura!

1. Autossuficiência

Ao optar por um software personalizado, em vez de confiar no “cara da TI” para corrigir todos os problemas que surgirem, você adquire a capacidade de, em grande parte, lidar com eles por si mesmo.

Isso ocorre porque, ao comprar um software padronizado (ou fechado), você pode não entender como usá-lo plenamente. Reflita: se algo der errado, você mesmo poderá corrigir ou vai precisar de ajuda especializada?

É bem possível que você precise de auxílio externo, o que significará um gasto adicional. Ao contar com um sistema customizado para atender às suas necessidades específicas, você saberá exatamente como ele funciona. Ou seja, se houver algum problema ou algo inesperado acontecer, você estará melhor preparado.

2. Controle de custos

Os softwares padronizados que estão disponíveis no mercado têm um preço fixo e não permitem negociações. Em grande parte das vezes, isso pode levar a sua empresa a pagar por recursos que não utilizará ou a não obter tudo o que precisa por aquele valor.

No entanto, com um software personalizado, você paga apenas por aquilo de que realmente necessita. O desenvolvedor pode trabalhar diretamente com a sua empresa para, de acordo com o orçamento negociado, criar algo adequado.

Com um maior controle do seu orçamento, há maior flexibilidade. Se for do seu interesse, você poderá investir mais para refinar o sistema de acordo com as necessidades futuras ou economizar esse dinheiro para se preparar para eventualidades. Seja como for, a escolha será sempre sua.

3. Qualidade do serviço prestado ao cliente

Se o seu negócio opera no espaço B2B, não há nada mais importante do que a forma pela qual você interage com os clientes. Trate-os bem e você estará em uma posição muito melhor; trate-os mal e você pode começar lentamente a perdê-los e, consequentemente, a obter uma má reputação.

A satisfação de seus clientes é, portanto, absolutamente vital para o sucesso — o que não é novidade, certo? Porém, o que talvez nem todos saibam é que, com um software personalizado, é possível melhorar a qualidade dos serviços prestados, aumentando a retenção e os níveis de satisfação dos clientes.

Investindo nesse modelo de software, você pode garantir que o seu programa seja desenvolvido em torno da experiência do cliente, em vez de se concentrar em outras áreas menos essenciais.

Como resultado, você não será exclusivamente dependente de um grupo restrito de clientes. A customização do sistema pode contribuir para que você atenda às necessidades de cada um, melhorando a sua percepção de marca.

4. Agilidade nos processos

Você já desejou tornar alguns processos bem específicos mais fáceis? Bem, agora você pode! É perfeitamente possível aumentar a eficácia de qualquer processo, mesmo que não haja um produto disponível no mercado para atender às suas especificidades.

Deseja simplificar a comunicação interna com a sua equipe? Por que não criar uma aplicação para isso? Será que a sua empresa precisa de uma nova funcionalidade para controlar o fluxo de caixa ou melhorar a gestão de inventário? Você precisa de uma solução melhor para armazenar notas fiscais?

Em suma, você tem o mundo nas mãos. Se há algo que sempre quis fazer em sua empresa mas achava muito difícil, agora pode realizar! Lembre-se: você não estará mais limitado pelos softwares fechados e suas aplicações padronizadas. Em outras palavras, o software se ajustará a você, e não o contrário.

5. Escalabilidade

Com um software personalizado, seu negócio se tornará mais escalável. Afinal, se a empresa crescer e tiver uma necessidade súbita de expansão, você terá os meios para garantir que isso aconteça.

Se, ao contrário, o seu negócio diminuir de tamanho e não precisar de muitos recursos ou largura de banda, você pode reajustar em conformidade. Tal flexibilidade é crucial para empresas modernas que estão em constante movimento.

Dependendo das suas necessidades de negócio, pode ser difícil encontrar um software fechado que faça tudo o que você precisa.

Mesmo esse sendo um cenário improvável, a customização pode ser a única escolha se você precisa de um programa que faça algo muito particular e que não possa ser encontrado no mercado. Você pode adaptar as funcionalidades do sistema a um conjunto exato de especificações, assim garantindo sua adequação.

6. Atualizações constantes

Com softwares fechados, os usuários normalmente estão à mercê do fabricante. No entanto, e se os desenvolvedores de repente decidirem parar de oferecer suporte? E se, devido a uma questão comercial qualquer, não fornecerem mais atualizações e, não obstante, ainda restarem problemas a serem corrigidos no sistema que você estiver utilizando?

Há exceções a essa regra, é claro, mas são bem raras. Alguns softwares são de código aberto, o que permite que qualquer um pode criar e lançar atualizações. Entretanto, na maioria das vezes, os sistemas são descontinuados de acordo com as diretrizes do desenvolvedor.

Por outro lado, com o software personalizado, o fabricante é você! Como o sistema é customizado, você não se verá obrigado a confiar em um determinado fabricante para lançar atualizações. Você pode continuar a suportar o software você mesmo, com pouco ruído.

Você conhece o seu negócio melhor do que ninguém, portanto, será simples identificar outras formas pelas quais essa solução pode ser útil para a sua organização, evitando que ela seja autuada pela falta de um arquivo importante, por exemplo.

Enfim, tudo o que precisa fazer é manter a mente aberta: caso não seja exatamente um especialista na área de TI e nunca soube das vantagens de contar com um software personalizado, agora você tem uma infinidade de opções ao alcance das mãos. Basta decidir acessá-las e, com isso, melhorar definitivamente o seu negócio!

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5 dicas de como economizar para viajar

5 dicas de como economizar para viajar

“Viajar é coisa para gente rica” ou “Adoro viajar, mas não tenho dinheiro”. Esses são os principais argumentos das pessoas para justificar os motivos pelos quais elas viajam menos do que gostariam. No entanto, a maioria delas não sabe que, com determinação e disciplina, é possível economizar para viajar, inclusive para o exterior!

Muitos ainda têm em mente esse estigma de que aquela viagem dos sonhos é algo para pessoas ricas. Então, fica a questão: quantas vezes você já não viu aquele seu colega, com o mesmo poder aquisitivo do seu, fazendo uma viagem bacana? Certamente ele não ganhou na loteria, não é mesmo?! Portanto, muito provavelmente, ele remodelou hábitos visando transformar um sonho em realidade.

Neste artigo, separamos 5 dicas imbatíveis que vão ajudar você a economizar e planejar a viagem dos seus sonhos. Continue a leitura e confira!

1. Determine um objetivo

Antes de tudo, é preciso ter em mente seu objetivo. Pense no destino que você deseja conhecer e, a partir disso, reestruture seu cotidiano para alcançá-lo.

Coloque na ponta do lápis quanto dinheiro você ganha e quais são seus gastos fixos. Uma ótima alternativa é criar uma planilha ou usar aplicativos de gestão financeira para ajudá-lo a poupar.

Por fim, faça uma análise detalhada de todas essas contas e quais delas você consegue diminuir. Nesse processo, você verá que muitos gastos podem ser completamente eliminados. Além de economizar para viajar, esse é um ótimo exercício para ajeitar as contas diárias.

2. Corte gastos

Se o seu objetivo é viajar, leve em conta que os supérfluos precisarão ser eliminados ou, ao menos, reduzidos. Caso seja possível cortar esses gastos em definitivo, você conseguirá fazer uma economia mensal considerável.

Uma das maiores despesas das pessoas é com alimentação. É claro que precisamos nos alimentar, mas o simples fato de preparar a própria comida e levar uma marmita para o trabalho diariamente, por exemplo, pode trazer uma economia significativa no fim do mês.

Nesta perspectiva, corte o plano de TV a cabo que você quase não assiste, diminua seu pacote de minutos no celular e as assinaturas de revistas. Da mesma forma, também esqueça o cafezinho após o almoço, entre vários outros gastos desnecessários.

3. Encontre possibilidades para ter uma renda extra

Algumas vezes, apenas cortar gastos e economizar não é o suficiente. Dependendo do seu objetivo, será preciso encontrar maneiras de ganhar um dinheiro extra. Se você é designer ou jornalista, por exemplo, que tal buscar alguns freelas na sua área?

Outra boa opção é fazer uma verdadeira limpa na sua casa, procurando coisas que você não usa mais e vendê-las. Entre elas, podem estar livros que você já leu, roupas que não servem ou aquele televisor que você já não usa.

4. Busque formas alternativas de lazer

O lazer é um elemento muito importante no cotidiano das pessoas, pois ele ajuda a lidar melhor com o estresse do dia a dia.

No entanto, ele também pode ser uma fonte de gastos desnecessários. Neste sentido, você pode, por exemplo, substituir os gastos com o barzinho por uma noite de queijos e vinho em casa ou procurar por entretenimento ao ar livre — como um piquenique ou shows gratuitos.

5. Mantenha o foco

Abrir mão da sua rotina, criar hábitos diferentes e, sobretudo, economizar dinheiro não é uma tarefa fácil. Mas se você tiver em mente seu objetivo, quando finalmente atingi-lo, verá que todo o esforço foi recompensado.

Resista às tentações que vão desde convites para a balada no fim de semana até a ida àquele restaurante caro. Tenha foco e dedicação em prol dos seus sonhos.

Economizar para viajar pode parecer um bicho de sete cabeças, porém, se você abrir mão de alguns excessos no cotidiano, estará um pouco mais perto de realizar suas metas a cada dia. Colocando os gastos na ponta do lápis e fazendo um bom planejamento financeiro, você verá como é possível economizar para viajar mesmo sem ter um salário milionário.

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NF-e de entrada e saída: entenda o que são e como fazer o lançamento

NF-e de entrada e saída: entenda o que são e como fazer o lançamento

As NF-e de entrada e de saída são elementos fundamentais na gestão e administração de uma empresa. A primeira registra as compras realizadas e a segunda, as vendas ocorridas. Sendo assim, registrar esse tipo de documento fiscal é algo que deve ser realizado com muito cuidado e atenção.

Uma falha nesse processo pode gerar informações incorretas que são encaminhadas a outros setores, prejudicando severamente a gestão da empresa. 

Mas o que são as NF-e de entrada e de saída? Para que serve e como emiti-las? Se você também tem essas e outras dúvidas, acompanhe o post! Nele, vamos diferenciar os documentos e ensinar você a maneira correta de realizar os lançamentos ou registros desses tipos de documentos!

O que é NF-e de entrada?

Basicamente, a nota fiscal eletrônica de entrada é um serve para comprovar a movimentação de mercadorias recebidas. Por meio dela, uma empresa realiza o registro de compras, alimenta o seu sistema de gestão de estoques, gera obrigações para o departamento financeiro além de fornecer informações importantes para o departamento fiscal e para a contabilidade.

Os créditos tributários a que algumas empresas têm direito são obtidos por meio das notas fiscais de entrada. Assim, quando esses documentos não são corretamente lançados uma empresa pode até mesmo pagar mais impostos do que realmente seria devido.

As notas fiscais de entrada também servem à gestão da empresa no que se refere às obrigações geradas no departamento financeiro. Por meio dela esse setor realiza o pagamento ao fornecedor que vendeu a mercadoria.

Assim, podemos afirmar que a NF-e de entrada cria um processo de integração que vai desde o seu registro no software de gestão até a realização dos devidos pagamentos. No entanto, ela não serve somente a esse tipo de procedimento.

A NF-e de entrada também é utilizada quando há a ocorrência de alguma dessas situações:

  • transferência de itens ou produtos para outros estoques ou armazéns;
  • quando ocorre o chamado retorno de industrialização (procedimento em que a mercadoria é enviada a um terceiro para realizar algum beneficiamento e retorna ao estoque da empresa);
  • retorno de mercadorias transferidas para exposição;
  • entrada de produtos para reparo ou troca.

O que é NF-e de saída?

A nota fiscal de saída é o documento relativo às vendas realizadas pela empresa. O seu registro ou escrituração produz uma série de informações para diversos setores de um negócio.

Ela realiza a movimentação do estoque (baixando os produtos vendidos), gera informações ao departamento de contas a receber além de outros dados importantes para o setor fiscal e contábil.

Por meio dela é extraída a base de cálculo dos tributos que a empresa deverá recolher. Assim, quando há erros na emissão desse tipo de documento, os responsáveis pela apuração de impostos podem ser induzidos a erros que podem causar sansões graves para o negócio.

Quando as notas fiscais de saída não são lançadas, os órgãos de arrecadação e fiscalização tributária podem acusar a empresa de omitir receitas para sonegar impostos, o que é considerado crime pela legislação fiscal brasileira.

Portanto, quem falha na escrituração de suas notas fiscais de saída perde a oportunidade de alcançar um altíssimo nível de gestão e administração. Além disso, corre sérios riscos de sofrer sansões, que geralmente causam prejuízos incalculáveis, podendo inclusive resultar no fechamento da empresa.

A nota fiscal de saída também será utilizada quando ocorrerem operações como o envio de produtos para reparo ou conserto bem como devolução de mercadorias adquiridas.

Qual a diferença entre a NF-e de entrada e de saída?

A principal diferença entre a NF-e de entrada e a de saída está relacionada ao tipo de operação realizada. No primeiro caso temos a ocorrência de uma compra ou a chegada de um produto no estoque da empresa.

A NF-e de saída é o documento comprobatório de receitas auferidas. Ela também movimenta o estoque, no entanto, para diminuir os valores escriturados nele.

Como é feita a emissão da saída?

A emissão da NF-e de saída deverá ser realizada utilizando um software específico para essa finalidade. Nele você informará os dados essenciais de uma nota fiscal, os quais vamos listar logo abaixo:

  • dados do cliente (nome, CNPJ ou CPF, Inscrição Estadual e endereço completo);
  • dados do produto vendido (descrição, código, quantidade, unidade de medida, tributação e valor);
  • códigos diversos para designar as questões tributárias (NCM, CST, CEST e CFOP);
  • informações sobre o frete das mercadorias;
  • informações sobre as faturas geradas.

De posse desses dados, você poderá emitir a sua nota fiscal eletrônica de saída, no entanto, ainda falta um elemento essencial para finalizar o processo: o certificado digital. Essa ferramenta é a responsável por dar validade jurídica e veracidade à NF-e emitida.

Como é feito o lançamento da NF-e de entrada?

A NF-e de entrada deve ser registrada em um software de gestão próprio e de preferência integrado com outros departamentos da empresa.

De posse do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) você iniciará o processo identificando o fornecedor emitente do documento que está sendo escriturado. Feito isso, basta cadastrar os produtos, inserindo todos os dados existentes como códigos, descrição, unidade de medida, quantidade, valor etc.

Algumas empresas utilizam uma ferramenta que realiza a leitura dos 44 dígitos da chave de acesso da nota fiscal eletrônica. Esse procedimento pode ser realizado com um equipamento de identificação de código de barras.

Alguns softwares realizam o download do arquivo XML diretamente do portal da NF-e, facilitando muito o processo de registros das notas fiscais de entrada da sua empresa. Esse procedimento dispensa o lançamento manual de cada um dos elementos que compõem o documento.

Ainda sobre o registro ou escrituração das notas de entrada, é importante mencionar sobre o seu arquivamento. Muitas empresas armazenam apenas o DANFE e esquecem que o principal documento a ser armazenado é o arquivo XML.

A empresa que não guarda esses documentos pelo prazo exigido na Legislação Fiscal pode sofrer penalidades graves em casos de fiscalização ou auditoria.

Portanto é muito importante que, além de registrar corretamente ambos os tipos de operações e seus documentos fiscais correspondentes, seja realizado o armazenamento das notas fiscais, principalmente, em meio digital (arquivo XML) e físico (DANFE).

Gostou deste artigo sobre a diferença entre a NF-e de entrada e de saída? Que tal aprender mais sobre contabilidade e negócios? Então, confira o nosso artigo sobre os 6 erros de gestão que você não pode cometer!