Conheça as melhores aplicações financeiras para cada perfil de investidor

Conheça as melhores aplicações financeiras para cada perfil de investidor

Fazer o controle de suas finanças é uma tarefa difícil, não é mesmo? É por isso que, cada vez mais, as pessoas estão buscando alternativas para vencerem esse desafio, que é equilibrar os gastos mensais e, ainda assim, conseguir guardar dinheiro para investir na realização de seus sonhos.

É importante que você saiba que, por menor que seja o valor que consegue juntar no final do mês, é possível encontrar uma modalidade de investimento que valorize o seu dinheiro e gere bons rendimentos.

Mas, para que isso aconteça e você possa fazer um planejamento financeiro, o primeiro passo é entender qual é o seu perfil de investidor.

A identificação desse perfil é fundamental para que as aplicações financeiras sejam feitas de forma mais segura. Essa definição depende de uma combinação de fatores relacionados à personalidade, aos objetivos e à forma como o investidor encara os acontecimentos e a exposição aos riscos.

Para ajudá-lo nesse entendimento, listamos, a seguir, os perfis de investidor e quais as aplicações financeiras indicadas para cada um deles.

Conservador

O investidor do tipo conservador é aquele que deseja evitar riscos. Por essa razão, faz investimentos prezando pelo máximo de segurança e liquidez, mesmo que isso signifique um retorno menor.

Normalmente, essa é a classificação que se aplica aos investidores iniciantes, que têm objetivos de curto e médio prazo, e não querem comprometer seu patrimônio. Para isso, as pessoas de perfil conservador investem até 90% de seu capital em renda fixa.

Fundos de renda fixa

Os títulos de renda fixa funcionam como um empréstimo que você faz ao emissor, que pode ser um banco, uma empresa ou o Governo. Em períodos definidos, eles pagam uma certa remuneração, que pode ser definida no momento da aplicação ou no momento do resgate, o que os torna mais seguros e previsíveis.

Entre os investimentos de renda fixa, uma boa opção é a aquisição de títulos do Tesouro Direto.

Tesouro Direto

Esse é um investimento muito seguro, pois é 100% garantido pelo Tesouro Nacional, o qual disponibiliza em seu site as informações sobre as aplicações, o que é excelente para aqueles que gostam de ter o controle sobre seus investimentos.

Os títulos públicos apresentam baixo risco, acessibilidade, boa rentabilidade e liquidez diária, o que os tornam muito vantajosos, especialmente para quem tem perfil conservador.

Moderado

Os investidores moderados, apesar de também prezarem pela segurança e previsibilidade ao aplicarem seu dinheiro, estão dispostos a assumir riscos um pouco maiores para conquistar mais rentabilidade.

Esses investidores podem ter objetivos de curto, médio e longo prazo, e buscam diversificar seus investimentos, mesclando entre renda fixa e renda variável. Entre as principais escolhas do investidor moderado, estão os CDB e as LCI.

CDB

CDB (certificado de depósito bancário) é um títulos emitidos por bancos e instituições financeiras. Na prática, funciona como um empréstimo ao banco, em troca de uma rentabilidade diária.

Essa aplicação é garantida pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o valor de R$ 250 mil. Sobre os rendimentos, há cobrança de IOF e imposto de renda, mas não há taxa de administração.

As taxas de rendimento podem ser pré ou pós-fixadas ou atreladas ao CDI, que costuma acompanhar a taxa básica de juros (Selic).

LCI

As Letras de Crédito Imobiliário são títulos emitidos por instituições financeiras baseadas no mercado imobiliário. Uma grande vantagem desse investimento é que ele é isento de Imposto de Renda, o que o torna muito atrativo.

As LCI também são protegidas pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e seus investimentos aliam boa rentabilidade e baixo nível de risco.

Arrojado

O investidor com perfil arrojado ainda leva em conta os riscos, mas está disposto a assumi-los, pois seu objetivo é a maximização dos rendimentos.

O indivíduo com esse perfil entende que as oscilações do mercado no curto prazo são importantes e espera aproveitar lucros mais altos no médio e no longo prazo.

Por ter condições e ambição para buscar ganhos mais expressivos, diversifica seus investimentos e aposta menos na renda fixa, priorizando a participação na renda variável, como as ações.

Ações

As ações, que são pequenas cotas do patrimônio de uma empresa, são investimentos de renda variável.

Para começar a investir, não é preciso ter muito dinheiro, mas você deve entender que ele será aplicado no longo prazo. As ações são investimentos de risco, pois podem sofrer variações no valor da aplicação e têm potencial de boa rentabilidade no futuro.

Agressivo

O investidor agressivo é ousado e busca o máximo de rentabilidade. Ele é tolerante aos riscos e faz seu gerenciamento com o objetivo de aumentar seu patrimônio a longo prazo.

Esse investidor até pode ter algum valor investido em renda fixa, para fazer a proteção de seu capital, mas a maior parte de seus investimentos é em renda variável, objetivando grandes retornos. 

Fundos multimercados 

Os fundos multimercados costumam ser a aposta dos investidores agressivos, pois podem mesclar investimentos em diversos ativos, como ações, renda fixa, câmbio e derivativos (contratos com vencimento futuro), o que reduz os riscos e maximiza os rendimentos.

Esses fundos são flexíveis e amplos, podendo alcançar qualquer oportunidade interessante para o gestor, pois direcionam a atuação de acordo com as especificidades de cada ativo e com o momento econômico.

Descobrir o perfil dos investidores faz parte das Instruções da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que determina que todas as Instituições Financeiras, ou que trabalhem com investimentos, devem aplicar a seus clientes um questionário conhecido como API, ou Análise de Perfil do Investidor.

Conhecer seu perfil de investidor, portanto, é fundamental para que você possa aplicar seu dinheiro com mais consciência e segurança, de forma alinhada aos seus objetivos.

E se você quer melhorar a gestão de suas finanças, não pode deixar de aproveitar as vantagens que a tecnologia oferece. O uso de um aplicativo para gestão financeira é uma excelente alternativa para ajudá-lo a controlar melhor seus gastos, para poder investir seu dinheiro e realizar seus sonhos e objetivos.

Este post sobre o perfil de investidor foi útil para você? Está disposto a fazer um bom planejamento e ter um maior controle financeiro? Então assine a nossa newsletter e mantenha-se informado sobre as melhores dicas para melhorar a sua educação financeira.

Planilha ou controle financeiro online? Saiba qual é a melhor opção!

Planilha ou controle financeiro online? Saiba qual é a melhor opção!

Todos temos sonhos, ambições e objetivos na vida. Grandes viagens, a realização de projetos pessoais e assim por diante. Obviamente, essas coisas todas possuem um custo e é preciso ter disciplina com o dinheiro para atingir esses objetivos. Atualmente, uma das melhores formas de organizar recursos é efetuar um controle financeiro online.

É claro que existem outras formas de fazer a gestão financeira. Ao longo do tempo, pessoas e empresas usaram diferentes ferramentas para administrar seus recursos, como os cadernos de notas e as planilhas.

No entanto, o avanço da tecnologia permitiu levar a gerência das finanças a um outro nível, através de novos instrumentos que estendem o alcance do que pode ser feito nesse sentido. É isso que o controle financeiro online proporciona.

Neste artigo abordaremos a importância de fazer uma boa e minuciosa gestão financeira junto com as recentes inovações tecnológicas e mostraremos como o controle financeiro online proporciona vantagens para uma administração eficiente do seu dinheiro. Boa leitura!

Qual a importância de fazer a administração dos recursos financeiros?

No mundo em que vivemos, a realização de nossos intentos e anseios requer dinheiro, direta ou indiretamente. Fazer uma faculdade, por exemplo, mesmo que pública, envolve uma série de despesas, como alugar um quarto em uma república, comprar livros, tirar xerox, garantir a alimentação, a participação em eventos acadêmicos e assim por diante.

Seja qual for a sua situação específica, esse tipo de prática de “fiscalização” e domínio sobre os próprios gastos e rendimentos é altamente vantajosa.

É plenamente possível atingirmos nossos objetivos, alcançar nossas metas e, por fim realizarmos nossos sonhos e desejos, sejam quais eles forem. Porém, mais uma vez, é preciso ter muita cautela e prudência para lidar adequadamente com o dinheiro.

Gerir as finanças permite que você adquira uma clareza muito maior dos recursos que entram e saem do seu bolso. A fim de poder fazer melhores planejamentos financeiros e deixá-los cada vez mais precisos e eficientes, você deve especificar exatamente quanto gasta, mensalmente, com cada despesa.

Além disso, é preciso identificar uma a uma e comparar com suas entradas. Assim, você estará plenamente ciente do quanto dispõe — ou não — para bancar seu atual padrão de vida.

Por vezes não sabemos de onde o dinheiro está vindo ou para onde ele está indo e isso pode ser imensamente prejudicial, pois, sem a ciência desses dados você não saberá se tem a quantia de recursos necessária para arcar com as contas a serem pagas.

Para evitar isso, é preciso poupar e conter os gastos. Sem controle financeiro, os recursos e, consequentemente, as possibilidades de realizar seus sonhos, escorrem pelas mãos.

Quais as vantagens de um sistema de controle financeiro online?

O que fará toda a diferença na sua vida financeira é o ritmo em que você será capaz de adotar uma mudança comportamental real e efetiva.

Para que isso aconteça, é imprescindível se basear em um planejamento financeiro detalhado e, obviamente, em uma dose generosa de educação financeira. A junção desses fatores atuará a favor do seu bolso.

Existem diversas ferramentas para essa finalidade e uma das mais utilizadas são as famosas planilhas. Presentes na nossa realidade há algum tempo, elas foram e ainda são de enorme ajuda para o controle das finanças.

Esse tipo de instrumento viabiliza a organização das informações e as separa por datas, categorias e uma variedade enorme de formas de disposição e visualização dos dados.

Apesar de ainda ter sua utilidade, ela possui sérias limitações. Nem sempre é fácil fazer as informações conversarem entre si e a alimentação manual é claramente mais trabalhosa. Por outro lado, o controle financeiro online permite que você dê alguns passos além e acesse uma nova gama de funcionalidades.

Confira, a seguir, alguns dos principais benefícios de utilizar o sistema de controle financeiro online.

Fácil acesso

O controle online tem como uma de suas maiores vantagens o acesso facilitado. Não importa onde você esteja ou em qual momento você se encontre durante o dia, sempre que desejar pode acessar os dados relacionados à sua situação financeira, que estão devidamente detalhados e atualizados.

Maior praticidade

Utilizar o sistema online para a gestão financeira é muito mais prático do que usar uma planilha. Em ambos os casos é preciso alimentar a ferramenta com informações pertinentes, mas no caso do sistema online, isso é feito de forma automatizada, dinâmica e sem precisar ficar salvando tudo constantemente.

Muitos desses softwares também podem ser sincronizados à sua conta bancária. Assim, fica mais fácil realizar um monitoramento mais apurado daquilo que entra ou sai e, assim, além de poder acompanhar tudo em tempo real.

Visualização facilitada de entradas e saídas

Uma das maiores vantagens dessa modalidade de software ou aplicativo é que fica muito mais simples inserir os dados sobre as entradas e saída de dinheiro. Não só a inserção de informações fica mais fácil, mas também a visualização.

Considere que, se você necessitar de determinada informação em uma planilha, tem que ficar procurando nas intermináveis linhas e colunas. No programa, isso é mais fácil de localizar, pois os dados se apresentam, geralmente, de forma bem nítida e delimitada por tipo.

Planejamento eficiente

Os sistemas geram relatórios que oferecem uma visão mais ampla e completa da sua vida financeira com as informações sobre as suas condições orçamentárias e a rentabilidade de suas atividades profissionais. Dessa forma, fica muito mais fácil e descomplicado acompanhar o seu planejamento financeiro.

Controle maior sobre os gastos

O controle um dos pontos mais importantes proporcionados por essa solução, mesmo que não seja uma tarefa das mais fáceis ou agradáveis de fazer manualmente. Esses softwares podem enviar notificações sobre os valores das contas a serem pagas e suas respectivas datas de vencimento.

Como você pode notar, o sistema de controle financeiro online é a peça que faltava para a sua relação com o dinheiro dar um grande salto qualitativo. Com as facilidades, funcionalidades e dinamismo dessa modalidade de programa, seus planos e estratégias serão, sem sombra de dúvidas, mais eficazes.

Agora que você está ciente da importância de gerir sua vida financeira com inteligência, que tal buscar maiores informações sobre como conquistar, de uma vez por todas, a prosperidade de suas finanças? Entre em contato conosco e saiba como!

Saiba como funciona o cheque especial e quais cuidados tomar!

Saiba como funciona o cheque especial e quais cuidados tomar!

Falta de dinheiro, orçamento apertado e a busca por uma saída financeira são expressões que estão em alta no cenário atual. Nessa esteira, há uma linha de crédito que ganha fôlego e força por sua grande utilização pela população em geral. O nome dela é cheque especial.

Com essa necessidade, aparecem também muitas dúvidas, seja como funciona o cheque especial, quais as taxas de juros, quando é indicado o uso dessa modalidade e quais os cuidados a serem tomados para não se perder no uso desse recurso.

Fique atento a este artigo para conviver de forma sadia e responsável com essa opção. Boa leitura!

Como funciona o cheque especial

A definição que caracteriza melhor essa linha é a praticidade e a rapidez de acesso ao recurso, pois trata-se de um limite disponibilizado em conta, após análise do banco e assinatura de contrato, tendo o correntista a possibilidade de usar o crédito a seu total critério.

São pagos juros por utilização diária do limite, além do IOF, o imposto sobre operações financeiras. Existem instituições que dão isenção em juros por período inicial restrito, por exemplo, não pagando nos primeiros 10 dias de uso.

Usualmente, a concessão e o valor do limite baseia-se na renda, histórico do cliente junto à instituição e endividamento já contraído no mercado (que os bancos consultam por meio do sistema Sisbacen).

Também utiliza-se o Score, que é a nota que a Serasa Experian atribui ao CPF, pelo comportamento financeiro e pela memória de pagamentos, e o Rating, que é a classificação de risco de acordo com indicadores apresentados.

Taxas de juros

O cheque especial costuma ter taxas mais altas do que a imensa maioria das demais modalidades de crédito. Nas principais instituições financeiras do Brasil, as taxas de juros variam bastante, saindo de 4% e chegando até 15%. Por isso, é importante pesquisar.

As cooperativas de crédito, que vêm crescendo de forma substancial nos últimos anos, têm oferecido percentuais bastante atrativos aos correntistas nessa linha.

Quando utilizar o cheque especial e cuidados a serem tomados

O uso é recomendado em situações de emergência e não como complemento de renda. É importante estabelecer um controle financeiro e um cronograma para utilização e saída do cheque especial. O dinheiro do limite não é do correntista, ele pertence ao banco e terá de ser quitado em algum momento.

É preciso ficar atento também na assinatura de contrato, em questões como reajuste de taxas, tarifas cobradas por exceder o limite e juros de adiantamento a depositantes, até mesmo possibilidades de cancelamento do cheque especial.

Caso ocorra de você se perder e não conseguir mais cobrir o limite, a melhor saída é buscar outra linha mais em conta para quitar o cheque especial, voltar ao verde e solicitar a redução do limite. Uma opção bastante comum é por meio de um crédito pessoal parcelado, cuja taxa de juros é bem inferior.

É importante ter limite de cheque especial em conta, sendo uma opção interessante em momento de emergência. Porém, deve-se ter cuidado para a utilização não virar uma bola de neve. Converse com seu gerente, busque opções e mantenha um controle financeiro mensal, que faça você não depender desse tipo de recurso usualmente.

Agora, que você já viu como funciona o cheque especial e os cuidados a serem tomados na sua utilização, acesse também nosso post sobre como lidar com as dívidas e obtenha dicas excelentes!

 

 

 

Como funcionam as novas regras do rotativo do cartão de crédito

Como funcionam as novas regras do rotativo do cartão de crédito

Você sabia que as novas regras do rotativo do cartão de crédito começaram a valer a partir de abril deste ano?

Muitas pessoas ainda não têm conhecimento dessas alterações, não sabem que os clientes têm restrições para acessar o crédito rotativo e efetuar o pagamento mínimo da fatura.

Se você é uma delas, estamos aqui para resolver o seu problema. Portanto, não se preocupe! Neste artigo vamos explicar o que é crédito rotativo, como ele funcionava antes das alterações e quais são as novas regras. Venha conferir!

O que é crédito rotativo?

Quando não tem dinheiro suficiente para quitar a sua fatura do cartão de crédito, o banco permite que você financie a dívida, pagando o valor mínimo dela, que é de 15% do valor do débito. O restante, você pode pagar no próximo mês.

Isso é o que chamamos de crédito rotativo.

Por exemplo, se a sua fatura fechou em R$ 1.000,00 e, por qualquer motivo, não foi possível efetuar o pagamento total, você pode pagar R$ 150,00 este mês e R$ 850,00 no outro.

Mas a conta não é tão simples assim. Quando o banco financia o valor, permitindo que você pague o mínimo da fatura, ele acrescenta a cobrança de juros rotativos, os quais incidirão sobre o débito em aberto.

Esses juros podem fazer com que a sua dívida seja muito maior no mês seguinte devido à junção das compras parceladas e os juros acrescidos.

Como ele funcionava antigamente?

Antigamente, para não ter problemas com a inadimplência, o cliente precisava pagar o valor mínimo da fatura (15%) do seu cartão de crédito. O restante do débito poderia ser pago no mês seguinte, com o acréscimo dos juros rotativos.

Dessa maneira, no mês seguinte o cliente recebia a fatura para pagar a dívida restante. Mas, se ele novamente não conseguisse pagar o débito integral, existia a possibilidade de fazer todo o processo novamente: pagar os 15% e deixar o restante para pagar depois, e assim sucessivamente.

Quais são as novas regras do rotativo do cartão de crédito?

O cliente que não conseguir pagar integralmente a sua fatura do cartão de crédito poderá, ainda, efetuar o pagamento mínimo de 15%.

Entretanto, isso valerá apenas para o primeiro mês de atraso, ou seja, nos próximos ele não poderá mais seguir esse procedimento, pois o crédito rotativo terá um limite de 30 dias.

As novas regras do rotativo do cartão de crédito determinam que os bancos ofereçam uma linha de crédito para o seu cliente, a fim de possibilitar o parcelamento da dívida.

Antigamente, as regras permitiam que você alongasse o seu débito, criando o efeito “bola de neve”. Hoje, o cliente poderá negociar uma taxa de juros e um prazo para quitar a pendência.

É importante frisar que o consumidor ainda pode efetuar o pagamento total da dívida antes do vencimento das parcelas.

Quais são as vantagens para o consumidor?

Com as novas regras do rotativo do cartão de crédito ficou ainda mais fácil pagar a sua dívida. Dentre as principais vantagens estão:

  • ao pagar o valor total da fatura, os juros estabelecidos serão menores que os anteriormente cobrados;
  • será possível conseguir um empréstimo com taxas mais baixas para efetuar o parcelamento da dívida;
  • as novas regras permitem que haja economia na hora de pagar a sua fatura atrasada;
  • diminui os riscos da inadimplência.

As novas regras do rotativo do cartão de crédito foram elaboradas com o objetivo de melhorar a economia do país e facilitar a quitação do débito para os brasileiros, pois o juros cobrados eram extremamente altos, fazendo com que os clientes adquirissem dívidas cada vez mais elevadas, prejudicando a sua saúde financeira.

Agora que você já sabe como funcionam as novas regras do rotativo do cartão de crédito, curta a nossa página no Facebook e acompanhe os nossos conteúdos exclusivos!

Confira 5 dicas para economizar na alimentação

Confira 5 dicas para economizar na alimentação

Seja em compras de supermercado ou em uma ida a um restaurante, o gasto com comida é um dos que mais pesam no orçamento mensal. Embora seja uma despesa que não podemos eliminar por completo, seguindo algumas dicas para economizar na alimentação, é possível reduzir muito o valor dessa conta no fim do mês.

E o que muitas pessoas não sabem é que, sem um planejamento eficiente, o valor gasto pode fugir do controle e chegar a números bastante altos. Isso pode impossibilitar, por exemplo, que você consiga realizar outros desejos como uma viagem de férias e até investir em uma casa própria.

Então, para ajudá-lo a economizar na alimentação, no artigo de hoje, selecionamos 5 dicas imperdíveis. Acompanhe e confira!

1. Aprenda a cozinhar

Nem todo mundo é apaixonado pela ideia de cozinhar, mas fazer sua própria comida pode ajudar, e muito, quem deseja diminuir os gastos com a alimentação. Com o crescimento desse mercado, a internet e a TV tem sido grandes incentivadoras desse hábito.

Comece por processos mais básicos e, após aprender o bê-á-bá da gastronomia, você conseguirá incrementar as suas receitas. É importante lembrar que o começo é difícil, então prepare-se para errar no tempero e tempo de cozimento, mas não desista! Tenha em mente que a prática leva à perfeição.

2. Reaproveite as sobras de comida

Você sabia que é possível reaproveitar todos aqueles alimentos comprados no supermercado e que estão esquecidos na despensa? Isso pode ser feito, inclusive, com as sobras das refeições e, até mesmo, com pedaços de alimentos descartados durante o preparo.

Os talos de legumes e verduras, em vez de serem jogados no lixo, podem se transformar em um caldo de legumes saudável e ser a base para o seu próximo risoto. O mesmo acontece com pedaços e gorduras das carnes que podem servir de base para outros pratos.

Ao assumir o compromisso de cozinhar, é importante usar a criatividade e, acima de tudo, evitar ao máximo o desperdício de comida!

3. Fique de olho nas promoções

É comum irmos sempre ao sacolão ou mercado mais próximo de casa, mas que nem sempre é o mais barato, ou pegar sempre os mesmos cortes de carne e não olhar outras opções mais em conta, não é mesmo?

Contudo, se seu objetivo é enxugar os gastos com alimentação, esses são bons motivos para levá-lo a ficar atento às promoções do dia, em diferentes estabelecimentos.

Pegue os catálogos e panfletos dos supermercados — muitos deles costumam veicular propagandas na TV e nos jornais com as ofertas do dia. Também é bastante comum que os estabelecimentos tenham dias específicos com promoções. Para economizar, vale ficar sempre de olho nas oportunidades!

4. Compare preços

É fato que nem sempre estamos dispostos ou temos tempo para comparar preços. No entanto, quando você assume o compromisso de economizar e equilibrar sua alimentação, verá que esse é um esforço necessário.

Comprar frutas, verduras e legumes em feiras livres, por exemplo, garante, além de alimentos mais frescos e de melhor qualidade, uma boa economia no fim do mês.

5. Evite comer na rua

Não são todas as pessoas que gostam e, até mesmo, sabem cozinhar. Contudo, o que a maioria da população desconhece é que o ato de comer fora com frequência é um grande rival do seu orçamento mensal.

Se você não sabe ou não tem muita prática na cozinha, dê preferência aos alimentos fáceis de preparar. Para aqueles que não gostam ou não têm tempo para se aventurar no fogão, um bom planejamento pode facilitar o seu dia a dia.

Definir um cardápio semanal, por exemplo, vai manter sua dieta e seu bolso equilibrados, além de ajudar você a não perder horas na cozinha. Além de criar uma rotina mais regrada, ao prestarmos atenção nos nossos hábitos alimentares, podemos diminuir drasticamente o valor gasto durante uma visita ao supermercado. Seguindo essas dicas para economizar na alimentação, você verá como é possível comer bem, gastando bem menos!

Então, gostou das nossas dicas? Aproveite e aprenda como cortar mais gastos neste artigo sobre como economizar dinheiro no bar!

O que é e como investir no Tesouro Direto?

O que é e como investir no Tesouro Direto?

Para entender como investir no Tesouro Direto, é preciso saber, primeiramente, que trata-se de uma parceria estabelecida entre a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia) e o Tesouro Nacional, para a compra e a venda de títulos públicos para pessoas físicas.

Os títulos públicos podem ser entendidos como um instrumento que o governo utiliza para se financiar. Ao mesmo tempo, do ponto de vista do investidor, a sua compra se assemelha a um empréstimo feito ao governo.

Neste artigo, oferecemos excelentes dicas para você investir com sucesso e apresentamos os principais tipos de títulos oferecidos. Boa leitura!

Dicas para investir no Tesouro Direto

Ao investir, é preciso ter cuidados relativos a uma série de fatores, afinal de contas, é o seu futuro que está em jogo. Confira, a seguir, 4 dicas para fazer boas escolhas.

1. Venda no momento certo

Quando os títulos são comprados (em particular o LTN e o NTN), eles ficam sujeitos à dinâmica de variações do cenário econômico. Isso faz com que seja indispensável acompanhar suas entradas e saídas.

Uma vez que a lei de oferta e procura se aplica em larga escala nesse contexto, o ideal é monitorar o desempenho da economia para aproveitar as oportunidades de vender com ganhos.

2. Programe seus investimentos

No tesouro nacional, é possível programar suas futuras operações, portanto, use isso a seu favor. Agende suas operações diretamente na plataforma disponibilizada pelo tesouro. Desse modo, ficará mais fácil acompanhar a rentabilidade de cada ação de compra e venda.

3. Pesquise as taxas de custódia

Ao investir, você não deve, em hipótese alguma, descuidar das taxas envolvidas em cada operação. Uma das mais relevantes é a taxa de custódia.

É altamente recomendável pesquisar, no próprio site disponibilizado pelo tesouro nacional, a classificação de instituições financeiras por taxa de custódia e, assim, optar pela alternativa que ofereça menores custos.

4. Calcule a rentabilidade futura

Os investidores de sucesso sabem aproveitar todas as ferramentas disponíveis. No site do Tesouro, por exemplo, você pode encontrar uma calculadora muito útil para conhecer a rentabilidade de um título levado até a data de seu vencimento.

Utilize-a, também, para conhecer os valores, caso opte por efetivar, antecipadamente, uma venda. Assim, você será capaz de considerar qual opção será melhor de acordo com as suas necessidades e o seu planejamento.

Taxas cobradas

Nas compras de títulos, incidem-se algumas taxas de operações acerca dos serviços que são prestados. Além da mencionada taxa de custódia, há a taxa de administração (bem como os já conhecidos impostos IR e IOF):

  • taxa de custódia (0,03% ao ano): refere-se à movimentação de saldos e aos serviços de manutenção de informações e dos próprios títulos. O valor correspondente é descontado uma vez a cada semestre ou no caso de venda, vencimento ou pagamento de juros;
  • taxa de administração (de 0 a 2%): o valor dessa taxa não é fixo, pois depende da corretora que você escolher. Existem, até mesmo, algumas que não a cobram, a fim de atrair o investidor. Seu valor é descontado no momento da compra.

O cálculo das quantias devidas em relação às taxas de custódia e administração é definido de acordo com o valor de mercado de cada título em particular. Para realizar essa estimativa, não há um método único, sendo possível encontrar, no mercado, diferentes formas de realizá-la.

Contudo, como se tratam de valores relativamente baixos, essas taxas, em geral, têm pouca influência nas decisões da maioria dos investidores.

A seguir, analisaremos alguns dos principais títulos oferecidos.

Tesouro Selic

Anteriormente conhecido como Letra Financeira do Tesouro (LFT), o Tesouro Selic é um título que apresenta rentabilidade diretamente relacionada às flutuações da Selic (taxa de juros básica da economia), sendo, portanto, pós-fixado.

A remuneração desse título acompanha as alterações diárias da taxa Selic. Quando o preço está com ágio, o retorno do título fica menor do que o estipulado na emissão. Nesse caso, você terá uma remuneração menor do que a Selic. Contrariamente, quando em deságio, você receberá uma quantia maior.

Desse modo, é crucial acompanhar as variações dos movimentos de oferta e procura por títulos.

O Tesouro Selic é, geralmente, indicado para investidores mais conservadores, uma vez que apresenta baixo risco: ainda que a taxa Selic esteja em queda, não há retornos negativos consideráveis, como ocorre em outras modalidades de investimento.

De fato, é um dos investimentos mais simples. Ao vender esse título, você receberá de volta a quantia que investiu mais os juros do dia em questão. Outro fator de simplificação se dá por serem títulos “zero cupom”, ou seja, não há pagamentos intermediários entre as datas de compra e vencimento dos mesmos.

Tesouro IPCA

O Tesouro IPCA, também pós-fixado, vincula-se ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que, por sua vez, funciona como um norte para a configuração de políticas relativas à inflação e demais medidas econômicas tomadas pelo governo federal.

Uma de suas características mais atraentes é a possibilidade de obter ganhos reais, já descontados da inflação. Como o IPCA assegura a continuidade do poder aquisitivo, sua própria taxa de juros determina a rentabilidade do título.

Como os demais modelos, também no Tesouro IPCA incide o ágio ou o deságio, vinculados à oferta e procura por seus títulos.

Tesouro Prefixado

O Tesouro Prefixado, anteriormente conhecido pela sigla LTN (Letra do Tesouro Nacional), permite que o investidor saiba, de antemão, todas as quantias dos recebimentos no momento da emissão.

Ou seja, aqui, não ocorre nenhuma atualização no valor nominal. Portanto, se escolher investir no Tesouro Prefixado, você contará com a segurança de estar ciente, desde o primeiro momento, de sua rentabilidade.

Esse título apresenta, também, um modelo com cupons semestrais. Se optar por ele, você deve ficar atento aos juros estabelecidos pelo Tesouro na data da emissão, pois esses títulos devem pagar 10% ao ano, o que equivale a cerca de 4,88% a cada semestre.

Dada as limitações do presente artigo, nem de perto esgotamos nosso assunto. Todavia, esperamos que as informações elencadas possam ser de alguma utilidade para guiar seus investimentos e ajudá-lo a fazer seu dinheiro trabalhar para você.

Sejam quais forem as opções que você escolher, acredite: não há, no mercado financeiro, opções tão seguras e rentáveis como investir no Tesouro Direto.

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